Desde aquela fatídica Libertadores em que perdemos na final, eu me prometi que não ia sofrer mais por futebol. Naquele dia eu fui trabalhar cabisbaixa, triste, infeliz mesmo. Um jogo que doeu.
Nessa copa, gato escaldado, eu tentei não me apegar, não me envolver, assisti jogos de tudo quanto é time - porque o bom da Copa é a Copa, não o Brasil. Até parece que adiantou. No intervalo eu saí falando que o jogo ia ser um passeio; no segundo tempo eu roí as unhas, xinguei, levantei da cadeira, pulei, e não lembro de ter ficado tão tensa com um jogo. E quando acabou a vontade era de chorar, não de trabalhar (e ainda tive que ouvir váaaaarias teorias super bem embasadas do pessoal que trabalha comigo e que não entende lhufas de futebol - não que eu entenda, mas sei reconhecer outros gonorantes). Meu coraçãozinho ficou partido.
A única saída era, pois, torcer contra a Argentina. Porque Purtugal já foi embora (tchau Cristiano Ronaldo!) e faltava despachar Messi e companhia. E já que tenho uma queda forte pela Alemanha (desde o começo da Copa já chutava a Alemanha como campeã), juntou o útil ao agradável, e tomemos cerveja e torçamos pra os alemões. Go Germany! Hasta la vista, hermanos!
Um comentário:
Que blog LINDÃO! =) E, sim, dá vontade mesmo de aprender todas as línguas do mundo. Ah se a vida deixasse...
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